A Agência Goiana de Habitação (Agehab) emitiu alerta à população: o programa Pra Ter Onde Morar – Aluguel Social é oferecido de forma totalmente direta e gratuita, sem necessidade de intermediários, facilitadores ou pagamentos a terceiros. A medida visa proteger famílias em situação de vulnerabilidade contra golpes e tentativas de extorsão que têm sido registradas por pessoas que se apresentam como “agentes” capazes de garantir o benefício mediante taxa ou pagamento.
Segundo a Agehab, denúncias recebidas com frequência descrevem intermediários cobrando valores indevidos para acelerar cadastros ou garantir inclusão no programa. O presidente da Agência, Alexandre Baldy, reforça que a inscrição deve ser feita de forma autônoma pelo candidato, exclusivamente pelo portal oficial da Agehab, e que o único suporte autorizado é o prestado por equipes das prefeituras parceiras. “Quem atende aos requisitos do programa deve realizar sua inscrição sem custos pelo portal oficial; qualquer cobrança é golpe”, afirmou Baldy.
O Aluguel Social concede auxílio mensal de R$ 350 por até 18 meses a famílias em situação de vulnerabilidade e superendividamento que não possuem imóvel próprio. As inscrições, quando abertas, são realizadas exclusivamente pelo site goias.gov.br/agehab. Para participar, é obrigatório estar inscrito no Cadastro Único (CadÚnico) e comprovar residência mínima de três anos no município previsto no edital, entre outros requisitos detalhados no site da Agehab.
A Agência orienta que qualquer movimentação suspeita seja imediatamente comunicada pelos canais oficiais: atendimento presencial na sede em Goiânia (Rua 18‑A, nº 541, Setor Aeroporto), telefone (62) 3096‑5000 (Central) ou (62) 3096‑5049 (Ouvidoria), e pelo site institucional. As queixas podem ser encaminhadas diretamente à Ouvidoria e à Gerência do Aluguel para apuração e providências.
A Agehab reforça ainda que a divulgação oficial de editais, cronogramas e listas de beneficiários ocorre apenas pelos canais institucionais, e recomenda que candidatos desconfiem de ofertas feitas por redes sociais, mensagens privadas ou contatos telefônicos que peçam pagamento ou dados sensíveis em troca de “prioridade” no programa. A orientação é clara: não pagar, não compartilhar senhas e denunciar.